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UFPR assina acordo de cooperação acadêmica com maior universidade da Rússia

O reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Marcelo Fonseca, esteve na Rússia na última quinta-feira (11) para participar do Fórum Russo-Ibero-Americano de Reitores e para ampliar as relações de colaboração acadêmica com a Lomonosov Moscow State University (MSU), uma das mais antigas e renomadas universidades russas.
Durante o evento, o reitor Ricardo Marcelo proferiu palestra para reitores de instituições de todo o mundo, acompanhado da delegação brasileira, composta pela vice-reitora da Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UTFPR), Vanessa Rasoto, e pela Diretora de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nadia Comerlato.

Da esq. p/ dir.: Diretora de Relações Internacionais da UFRJ, Nadia Comerlato, Reitor da Lomonosov Moscow State University, Victor Antonovich Sadovnichy, Reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca e Vice-reitora da UTFPR, Vanessa Rasoto.

O acordo com a Lomonosov Moscow State University (MSU) foi assinado em solenidade oficial com o reitor Victor Antonovich Sadovnichy e tem por objetivo promover as relações entre as duas instituições e seus países. O acordo prevê a cooperação científica entre a UFPR e a Lomonosov State University e o intercâmbio de docentes e discentes.

Ampliação da Internacionalização

A assinatura do acordo com a Lomonosov State University fez parte de uma missão internacional realizada pelo reitor Ricardo Marcelo neste mês de outubro. A missão teve início na Itália, onde o reitor participou de uma série de palestras, reuniões e assinou acordos com universidades italianas, visando estabelecer cooperação para pesquisas e formação acadêmica, para ampliar a internacionalização da UFPR.
Em abril deste ano foi aprovado o Plano Institucional de Internacionalização da UFPR, que estabelece ações e políticas de internacionalização, estruturadas em torno das dimensões institucionais de cooperação internacional, da mobilidade acadêmica e das políticas linguísticas.
“É fundamental o aprofundamento das relações de colaboração científica e de intercâmbio com universidades estrangeiras, sobretudo em um momento em que a internacionalização se coloca como uma necessidade para desbravar os caminhos do conhecimento no futuro”, diz o reitor.

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