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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ


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Pagamento de bolsas estudantis e outros compromissos financeiros da UFPR são prejudicados pela invasão

A Universidade Federal do Paraná informa às comunidades interna e externa que em virtude da invasão do prédio central da Reitoria, onde se localiza toda a unidade de contabilidade e finanças, não conseguirá efetuar, no quinto dia útil do mês de setembro (9), o pagamento de bolsas estudantis, de colaboradores eventuais, de fornecedores e de prestadores de serviços terceirizados.

Todas as bolsas estudantis de responsabilidade da Universidade sofrerão atraso, inclusive as de atleta, cultura, extensão, iniciação científica, monitoria, PROBEM, SIBI e 100 anos, entre outras. Também será prejudicado o repasse de verbas e auxílios para apresentação de trabalhos e participação em eventos científicos.

Os compromissos com os fornecedores e as empresas responsáveis por prestadores de serviço, como funcionários do Restaurante Universitário, da vigilância, da limpeza e da manutenção, não poderão ser honrados. Os prestadores de serviço de empresas terceirizadas deverão fazer contato com seus empregadores, pois poderão sofrer atrasos em seus salários, dependendo da disponibilidade de cada empresa em fazer os pagamentos sem os repasses da UFPR.

O repasse de verbas do Ministério da Educação à UFPR foi feito na terça-feira (01.09.15), conforme demanda de pagamentos, realizados pela Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças, a serem quitados nos primeiros dez dias do mês em curso. As etapas e rotinas administrativas não puderam ser executadas até às 18h do dia 3 por falta de acesso a documentos, programas, tokens e sistemas operacionais e financeiros certificados pelo Governo Federal.

A UFPR está ciente dos prejuízos que poderá causar a estudantes, docentes e técnico-administrativos, e também a colaboradores, fornecedores e prestadores, bem como dos prejuízos que poderão ser originados por multas pelo não cumprimento de obrigações financeiras e tributárias dos contratos em geral.

A Reitoria reforça que permanece aberta ao diálogo. Ontem (02/09), um grupo de estudantes, autointitulados representantes do comando de greve dos estudantes, procurou a administração central às 14 horas e foi recebido pelo pró-reitor de Administração e pelo chefe de gabinete da Reitoria. Apresentaram um documento com demandas, que foi respondido por escrito e entregue às 18h20 ao grupo: Resposta da Reitoria ao Comando de Greve

Os invasores usaram bancos para impedir o acesso das pessoas ao D. Pedro II.
Os invasores usaram bancos para impedir o acesso das pessoas ao D. Pedro I.
Concentrado na porta do edifício o grupo impediu os colaboradores de trabalhar.
Concentração no edifício D. Pedro II, o grupo impediu os professores e colaboradores de trabalhar.

Em reação, na manhã do dia 03/09, um grupo de estudantes obstruiu com mobiliários do prédio da Reitoria os edifícios acadêmicos D. Pedro I e II, impossibilitando totalmente o ingresso das pessoas.

As negociações das pautas continuam suspensas até que as condições indispensáveis para uma mesa de negociação eficaz retornem. Tudo o que foi pacificado nas reuniões iniciais permanece pactuado e fará parte do termo de ajuste a ser lavrado ao final das negociações.

A Reitoria ainda ressalta que a construção de uma mesa de negociação eficaz exige confiança, liberdade e ética. Confiança que as partes desejam avançar na construção coletiva e que cada comissão tem representatividade e legitimidade para pactuar. Liberdade para debater, opinar, divergir, consultar bases e compor posições. E, finalmente, ética para que as negociações transcorram com cordialidade, com a unidade e não com segmentos do coletivo, situação que favorece a divisão. A Reitoria recomenda ponderação e tranquilidade neste momento de tensionamento e aguarda o retorno à normalidade institucional.

Os invasores  permaneceram no local durante todo o dia de hoje.
Entrada bloqueada do edifício D. Pedro I

 

Os invasores insistem em não dialogar com a Reitoria enquanto não tiverem suas reivindicações atendidas.
Entrada bloqueada do edifício D. Pedro II, impedindo professores de entrar no prédio.
Os invasores também fizeram barulho com instrumentos musicais para inviabilizar o trabalho no prédio.
Os invasores também fizeram barulho para impedir e inviabilizar o acesso ao prédio D. Pedro I.

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