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Jogo da Bernúncia, criado pelo Museu de Arqueologia da UFPR, está disponível para celulares

O “Jogo da Bernúncia: O Auto do Boi de Mamão”, desenvolvido pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da UFPR, já está disponível para instalação em celulares e outros dispositivos móveis com sistema operacional Android.

O jogo permite que o jogador seja a Bernúncia, uma espécie de “bicho papão” que é um dos personagens do Auto do Boi do Mamão. O auto, centrado na ideia de morte e ressurreição do boi, é realizado no litoral do Paraná e de Santa Catarina. A Bernúncia engole as crianças que participam do folguedo, entrando por sua boca e saindo pela cauda.

Imagem da tela do Jogo da Bernúncia

Para desenvolver o aplicativo, o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR contou com o talento dos alunos René Caratin Cusumano (do curso de Ciência da Computação da UFPR, responsável pela programação do jogo), Jean Oliveira (do curso de Design da UFPR, responsável pelas animações e arte-final), Natali Furquim de Souza (também aluna do curso de Design na época de desenvolvimento, responsável pela arte conceitual e design de personagens) e Leonardo Lima (que desenvolveu as músicas e os efeitos sonoros enquanto aluno do curso de Produção Sonora da UFPR). O trabalho foi conceituado e supervisionado pelo produtor cultural do MAE Fábio Marcolino, responsável pela orientação referente ao game design, e pela historiadora Bruna Marina Portela, responsável pela unidade científica de Cultura e Saberes Populares do MAE, que acompanhou a produção de conteúdo, fornecendo referenciais científico-acadêmicos sobre o tema.

O desenvolvimento do jogo fez parte das atividades do projeto de extensão universitária “Expressões Culturais do MAE”, e contou com a participação da Associação Mandicuera, que tem experiência de 20 anos de encenação do auto. A associação colaborou por meio da consultoria de Aorelio Domingues, que forneceu as partituras das cantigas populares do auto e acompanhou o desenvolvimento da narrativa da animação de abertura que é encenada na rua.

Com uma jogabilidade semelhante à do famoso jogo Snake, o jogador deve “devorar” o maior número de crianças que conseguir, enquanto evita ser atacado pelos Tichipás e engolir os marinheiros que tocam os instrumentos das cantigas populares que acontecem durante a brincadeira. À medida que “engole as crianças”, a serpente Bernúncia vai ficando cada vez maior e mais rápida.

Com origem nas brincadeiras com o boi feitas nos Açores, o nome remete às origens do folguedo, quando a cabeça do boi era representada por um mamão verde.

O jogo, disponível na conta oficial da UFPR na Google Play, é um aplicativo pequeno (com aproximadamente 10 MB) e conta com ranking global online nas modalidades “Fácil” e “Difícil”. Clique aqui para baixar o jogo.

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