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Estudantes ignoram e desrespeitam as negociações e invadem a Reitoria

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A Reitoria repudia a invasão do prédio da UFPR promovida por um grupo de estudantes por volta das 16h00 da segunda-feira, dia 31 de agosto. Este grupo executou bloqueio de ruas na região central de Curitiba nas primeiras horas da tarde, ignorou as negociações em curso, iniciadas na semana anterior, (leia a matéria) e ontem à tarde, enquanto ocorria a segunda reunião no prédio histórico da Praça Santos Andrade entre a comissão de negociação da Reitoria, composta por três pró-reitores, e uma comissão de estudantes do comando de greve, rompeu o diálogo.

Usando máscaras, os integrantes do grupo forçaram a entrada principal do prédio, feriram um colaborador terceirizado responsável pela segurança patrimonial da UFPR e invadiram os quatro pisos. Logo depois da invasão, desativaram as câmeras de segurança e cobriram os vidros com papelão, impedindo desta forma que se enxergue o que acontece no interior dos dois primeiros pisos da Reitoria.

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O prédio invadido congrega as atividades dos Conselhos Superiores, da Procuradoria Federal Especializada na UFPR, da Comissão de Progressão de Pessoal Docente, do Gabinete da Reitoria e da Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças. As unidades da Pró-Reitoria são responsáveis por todas as atividades financeiras da UFPR, inclusive pagamentos a fornecedores, a bolsistas e demais obrigações orçamentárias da UFPR.

Ao final da tarde, por volta das 17:30 horas, as pessoas que trabalhavam neste edifício conseguiram sair acompanhadas pelo reitor em exercício da Reitoria da UFPR, Rogério Andrade Mulinari e pela porta da frente.

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O grupo de invasores não permitiu a entrada da imprensa no prédio e diante da impossibilidade de diálogo, a comissão de negociação de greve da reitoria então declarou suspensas temporariamente as negociações.

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Finalmente, a Reitoria da UFPR lamenta que este grupo radical force o rompimento do diálogo e registra que a construção de uma mesa de negociação eficaz exige um ambiente de confiança entre as partes, uma atmosfera que facilite o debate de ideias. A radicalização constrange uma das partes e interrompe o diálogo franco e produtivo. Um processo de negociação não pode ser conduzido sob ameaça da liberdade de uma das partes de exercer plenamente seu mandato em nome de toda sua coletividade. A Reitoria recomenda ponderação e tranquilidade neste momento de tensionamento e aguarda o retorno do bom senso a este movimento e à normalidade institucional.

Leia mais informações neste link: Reitoria negocia com categorias as pautas locais da greve

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