Estudantes entram em contato com a natureza na disciplina de Biologia de Campo

06 maio, 2016
13:06
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Ensino e Educação
Alunos coletam lixo na praia (fotos divulgação Aspec/Bio)

Alunos coletam lixo na praia (fotos divulgação Aspec/Bio)

Observar a natureza do ponto de vista biológico. Este é o principal objetivo da disciplina de Biologia de Campo, do primeiro ano do curso de Ciências Biológicas. Atualmente participam das aulas aproximadamente 120 alunos, sob a coordenação das Professoras Thelma Veiga, do Departamento de Botânica, Setuko Masunari e Maria Angélica Haddad, ambas do Departamento de Zoologia.

No mês de abril foram realizadas excursões para estudar ecossistemas marinhos costeiros em Itapoá, Santa Catarina. Na aula de campo, os graduandos aprenderam sobre os efeitos da oscilação das marés nas comunidades animais e vegetais no ambiente marinho e identificaram os organismos mais comuns nestes locais.  Na ocasião, houve também uma coleta por arrasto de rede de pesca. O material obtido foi separado e identificado pelos alunos. “Foi a primeira vez que vi um arraste. Todo este processo de pesca envolvida me mostrou a dinâmica do mar. A quantidade de espécies coletadas – moluscos, águas-vivas, caranguejos, camarões, peixes – foi surpreendente”, relata o estudante Bruno Paulo Rodrigues Lustosa. Por fim, os estudantes coletaram o lixo depositado na praia, separando os recicláveis dos orgânicos e foram questionados sobre os meios de se evitar o lançamento dos resíduos pela população.

De acordo com a professora Setuko, estas atividades de campo são fundamentais para os futuros profissionais. “Os que se tornarão professores irão produzir aulas melhores para seus alunos. Já os que seguirão a carreira de pesquisador, terão a oportunidade de colher elementos para um projeto integrado no futuro”.

Alunos de Biologia durante a aula de campo

Alunos durante a aula de Biologia de Campo

Além do ambiente marinho costeiro, são previstas na disciplina atividades de campo também em ecossistemas terrestres (Mata Atlântica, Cerrado e campos) e aquáticos (lagos, represas, rios e riachos). “Espero que essa experiência continue a ser promovida pela universidade, pois tenho certeza que muitos futuros alunos ainda irão aprender bastante”, observa Bruno.

Fonte: Aspec/BIO

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