Eles devem comparecer às 14 horas na sede do Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais (Napne), localizada no subsolo do prédio histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, em Curitiba.
Entre os documentos exigidos para o registro estão duas fotocópias autenticadas do histórico escolar e uma fotocópia autenticada do RG, do CPF e da certidão de nascimento.
‘Além do registro, cada candidato irá participar de uma reunião e de um processo de entrevistas, quando será definido o curso que irá estudar na UFPR’, explica o professor Eduardo Harder, membro da comissão de acompanhamento dos estudantes indígenas na universidade.
Dos dez alunos aprovados, sete são homens e três, mulheres. Hoje, 23 alunos indígenas estudam na Universidade Federal do Paraná. ‘O percentual de desistência desses alunos é baixíssimo’, observa Harder.
Após as provas, realizadas nos dias 16 e 17 de dezembro em Londrina, 57 candidatos foram classificados para as dez vagas oferecidas pela UFPR. No total, 226 candidatos se inscreveram para participar do processo seletivo.
Já as sete universidades públicas estaduais que também organizam o vestibular conjunto oferecem seis vagas cada.
As vagas nas universidades estaduais são reservadas para integrantes de comunidades indígenas paranaenses. Na UFPR, as vagas são abertas a índios de qualquer região do país.
Os candidatos fizeram prova oral de língua portuguesa e provas objetivas de português, língua estrangeira ou indígena, biologia, física, geografia, história, matemática e química, além de redação.
Representantes das universidades envolvidas se deslocaram até as reservas indígenas para efetivar as inscrições dos candidatos. Entre os documentos exigidos para a inscrição estão cartas de lideranças de comunidades indígenas e da Fundação Nacional do Índio.
O manual do candidato foi publicado em português, kaingang e guarani.
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Candidato participa da edição de 2006 do Vestibular dos Povos Indígenas
Foto: Izabel Liviski | Arquivo
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Fonte: Fernando César Oliveira
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