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UFPR pesquisa relação entre o uso de anabolizantes e o desenvolvimento de doenças bucais

Pesquisa desenvolvida no mestrado em Odontologia da UFPR vai avaliar a relação entre o uso de anabolizantes e o desenvolvimento de doenças inflamatórias crônicas na gengiva. Desenvolvida pela odontóloga Stephanie Warnavin, sob a orientação do pós-doutor João Paulo Steffens, a pesquisa está recrutando 50 pacientes que utilizam anabolizantes. Em troca, eles vão receber uma avaliação odontológica e uma profilaxia (higiene bucal) gratuitas. O sigilo dos pacientes será mantido. 
Steffens diz que muitos pesquisadores da área sempre acreditaram  que ter pouca testosterona seria ruim porque traz como consequências doenças inflamatórias crônicas, como as de gengiva, que podem levar o dente a amolecer e até a ser extraído. “Nos estudos que fizemos e publicamos no Brasil e nos EUA (com animais e em humanos), observamos que a relação entre alta testosterona com doenças de gengiva parece ser ainda mais evidente”, explica. 
Imunosupressão
A hipótese é que a testosterona causa imunosupressão, ou seja, faz com que o organismo não combata de maneira eficiente os agentes agressores e propicie o aparecimento de espécies bacterianas que causam a doença. O projeto – já aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), órgão do Conselho Nacional de Saúde – ganha mais relevância por ser o primeiro que vai comparar homens com níveis baixos, normais ou altos de testosterona, traçando um perfil clínico, microbiológico e imunológico dos tecidos bucais destes pacientes.
Além dos usuários de anabolizantes, homens que apresentem níveis baixos de testosterona total (<200ng/dL) também serão atendidos.
Os homens interessados em participar da pesquisa e fazer a avaliação odontológica gratuita podem entrar em contato pelo e-mail testosterona.ufpr@gmail.com, pelo fone do Programa de Pós-Graduação em Odontologia (41-3360-4134) ou ainda pelo Whatsapp– 47-99915-8292. 

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