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Revista científica do Setor de Biológicas completa 50 anos com novidades

A Acta Biológica Paranaense – revista científica do Setor de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Paraná (SCB/UFPR) – completa 50 anos em 2022. 

A publicação recebe trabalhos científicos de diferentes áreas das ciências biológicas. São aceitos manuscritos originais, notas científicas e de revisão temática, em inglês ou português, com autores de quaisquer instituições. As publicações são em fluxo contínuo e as submissões são gratuitas. 

Desde o ano passado, uma nova equipe editorial está responsável pela modernização da Acta. Os procedimentos editoriais, como diretrizes aos autores e licenciamento estão em revisão para adequação às boas práticas editoriais, mas mantendo o escopo da revista. “Buscamos indexadores de periódicos de acesso aberto, mas para isso é preciso manter o fluxo e a qualidade das publicações”, explica o professor do Departamento de Zoologia Rodrigo Barbosa Gonçalves, atual editor-chefe do periódico. 

O conselho editorial é composto atualmente por profissionais de vários Setores da UFPR e também por colaboradores externos, de instituições como a Embrapa e a Unila. Outra novidade é que o periódico conta com um novo layout, em duas colunas, elaborado pela Seção de Apoio às Publicações Científicas Periódicas do Sistema de Bibliotecas da UFPR (SiBi). 

História 

A Acta publicou registros que se ligam à história do SCB. O primeiro volume da revista, em 1972, surgiu após a extinção do Boletim de Zoologia da UFPR, fundado pelo professor padre Jesus Santiago Moure e do Boletim de Botânica, criado por iniciativa dos professores daquele departamento. 

O professor aposentado Sebastião Laroca foi autor do primeiro artigo da Acta, que descreveu a estrutura de ninhos da mamangava Bombus brasiliensis em Antonina, Paraná. O docente também atuou como editor da publicação entre 1987 e 2021. 

Trecho do primeiro artigo publicado na Acta, em 1972

Laroca relata que o comitê de pareceristas incluía renomados cientistas nacionais e internacionais. O professor revela que os alguns manuscritos publicados na Acta foram traduzidos em vários idiomas, inclusive em mandarim, a pedido de uma plataforma chinesa de divulgação científica. “Com essa decisão, contribuímos para que quase 1/5 da humanidade tivesse oportunidade potencial de ler e consultar a revista”. 

Sitophilus zeamais, popularmente conhecido como gorgulho do milho, foi um dos insetos estudados no primeiro artigo da Acta publicado em 2022. Foto: Agrolink

O primeiro artigo da edição de 2022 traz contribuições de pesquisadores do Espírito Santo, sobre a atividade inseticida de óleos essenciais em duas espécies de besouros, Sitophilus zeamais e Acanthoscelides obtectus e está disponível em https://revistas.ufpr.br/acta. 

Por João Cubas (Aspec/SCB/UFPR)

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