PET Engenharia Civil completa 35 anos

11 outubro, 2018
09:18
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Ensino e Educação

Acontece hoje (11), 19 horas, a comemoração dos 35 anos do PET Engenharia Civil da UFPR, o mais antigo da Universidade Federal do Paraná e o primeiro grupo PET de Engenharia Civil do Brasil.

Fundado em 1983, pela professora Maria Cristina Valente de Almeida, o grupo iniciou suas atividades com cinco integrantes, os “petianos”, como se autodenominam os membros dos grupos PET (Programa de Educação Tutorial): Eduardo Garcia Quinza, Hassem Hammound, Marcos Cassias Perreira, Maurício Dziedzic e Ronaldo Verges Mayrhofer.

Nessas últimas três décadas e meia, cerca de 200 estudante ajudaram a construir a trajetória de sucesso do programa no curso de Engenharia Civil. Esses graduando foram orientados, além da professora fundadora, pelos professores tutores Sergio Scheer,  Mildred Ballin Hecke, Roberto Dalledone Machado, Andrea Sell Dyminski, Marcelo Henrique Medeiros e Elvidio Gavassoni Neto (atual tutor).

Programa de Educação Tutorial promove formação e integração com a comunidade

Mantido com recursos do Ministério da Educação desde 1979, o programa visa propiciar aos estudantes de graduação a prática simultânea do ensino, da pesquisa e da extensão, Hoje, são 842 grupos no Brasil, dos quais 22 na UFPR.

Sob a orientação de um professor-tutor, os estudantes que participam dos grupos PET realizam ações com a comunidade interna e externa do curso, e enriquecem  suas próprias formações.

Para o pró-reitor de Graduação e Educação Profissional da UFPR, professor Eduardo Barra, que é também o Interlocutor institucional do programa na UFPR, “o PET é um programa muito bem sucedido, porque ele realmente constrói uma modalidade de formação que possibilita trabalhar, ao mesmo tempo, o tripé ensino-pesquisa-extensão”.

Depoimento de um ex-petiano, já formado

Gabriel Mocellin Neto,ex-petiano, relembra os espaços e momentos que o grupo proporcionou para sua formação:

“Por ser um ambiente muito propício a debates, com questões sendo levantadas de forma natural e constante, o PET me induziu a sair da zona de conforto diversas vezes. O tempo no qual refleti e discuti sobre a Educação mais do que em qualquer outro período da minha vida foi enquanto estive no PET. Debatíamos correntemente o funcionamento do sistema de ensino no Brasil, e mudei/aprofundei minhas concepções sobre esse e vários outros assuntos após conversar com o grupo”.

Memória similar tem a egressa Maria Clara Suguinoshita:

“Aprendi que o PET é um Programa riquíssimo de história, de peculiaridades e de pessoas dispostas a cumprir com seus objetivos. Sua interdisciplinaridade é capaz de nos desafiar a conviver com as mais diferentes ideias e pessoas; porque ser petiano significa sair da zona de conforto, ser tutor e tutorado ao mesmo tempo, desenvolver autoconhecimento, trabalho em grupo e senso crítico“.

Evento comemorativo reunirá as diferentes gerações que ajudaram a escrever a história dos 35 anos

Data: 11 de outubro, 19 horas.

Local: Campus Botânico, Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Auditório Professor Ulysses de Campos.

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