logo_branca_ufpr

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ


UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARANÁ

Postagens no Instagram da UFPR foram visualizadas mais de 21 milhões de vezes em 2020

 

Publicação sobre os chinelos criados em laboratório da UFPR para evitar doenças nos pés de pinguins em cativeiro teve 17,6 mil curtidas. Foto: reprodução Instagram UFPR.

A página no Instagram da Universidade Federal do Paraná alcançou mais de 9 milhões e 100 mil pessoas e o conteúdo foi visualizado mais de 21 milhões de vezes em 2020. No total, as postagens receberam 1 milhão e 26 mil curtidas. Hoje o perfil tem quase 90 mil seguidores, que acompanham informação, divulgação científica, histórias de vida, bom humor, serviço, além de imagens especiais da universidade.

A popularidade das redes sociais da UFPR é resultado de um trabalho de longo prazo, com o desenvolvimento de uma nova linguagem e de uma relação mais próxima com as pessoas, explica o superintendente de Comunicação da UFPR, professor Carlos Alberto Martins da Rocha. “É uma mudança forte na forma de fazer comunicação institucional, é uma comunicação interativa de fato. As redes sociais não são apenas um repositório de notícias, mas um espaço que realmente atende a demanda desse novo século, de comunicação interativa”, afirma.

Mais curtidos

Os posts mais curtidos durante o ano trouxeram serviço, conteúdo científico, histórias de vida e bom humor. As postagens sobre o funcionamento da universidade durante a pandemia, o adiamento e as novas datas do vestibular 2020/2021 receberam mais de 30 mil curtidas. Outro sucesso, com quase 18 mil curtidas, foram os pinguins de chinelos. A inovação – desenvolvida no Centro de Reabilitação, Despetrolização e Análise de Saúde de Fauna Marinha – diminui o risco de doenças nos pés dos animais em cativeiro. A publicação gerou até uma campanha envolvendo uma grande marca de chinelos para criar modelos para os pinguins.

Katianne Thaiz cursa Medicina na UFPR. A história de superação da estudante emocionou os internautas. Foto: reprodução Instagram UFPR.

A história de superação da estudante de medicina Katianne Thaiz comoveu os seguidores e recebeu quase nove mil curtidas. “(…) O que me deixa muito feliz é a forma como a UFPR está me acolhendo, sabendo que a cadeira de rodas é apenas um detalhe e que isso não me impedirá de realizar o sonho de ser uma grande médica”, disse Katianne.

A página da UFPR no Instagram soube usar o bom-humor para conquistar, manter o público e fortalecer a imagem da universidade. O meme que inseriu a protagonista da série do Netflix, Emily in Paris, nos campi da UFPR teve mais de 11 mil curtidas, além de dezenas de comentários divertidos.

“As redes da UFPR são a grande vitrine da Universidade e cada uma delas adota uma linguagem e conteúdos adequados ao perfil do seu público. No caso do Instagram, a união de sensibilidade, humor e informação consolida a UFPR como parceira da sua comunidade interna e externa. Os números tornam-se ainda mais relevantes pelo motivo de que a UFPR não investe em patrocínio de postagens, o alcance é 100% orgânico. Tudo isso mostra que estamos no caminho certo, alcançando nosso principal objetivo: informar, divulgar ciência, prestar serviço, promover a aproximação e o diálogo da universidade com a comunidade”, define Juliana Pinheiro, a relações públicas responsável pelas mídias sociais da UFPR.

Pandemia

Instagram da UFPR entrou na brincadeira e colocou a protagonista de Emily in Paris em cenários da universidade. Foto: reprodução Instagram UFPR.

Em 2020 a página no Instagram da UFPR passou por uma grande mudança. Até 2019 o espaço era prioritariamente usado para postagem de fotografias da universidade e de imagens enviadas pelos seguidores. A pandemia do coronavírus trouxe uma necessidade maior de comunicação pela plataforma, conforme explica Juliana Pinheiro. O objetivo em 2021 é manter o perfil mais informativo, já que é cada vez maior o público que busca este tipo de conteúdo no Instagram.

Facebook

O Facebook da Universidade Federal do Paraná é o mais popular entre as universidades públicas brasileiras. A página é referência no Brasil e em 2020 ela foi vista quase 55 milhões de vezes.

 

en_USEnglish