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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ


UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARANÁ

A Formação de Professores de Arte no PR e SC – 13 de novembro

PROJETO O ARTISTA NA UFPR

A Formação de Professores de Arte no Paraná e Santa Catarina

Dra. Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silva
Docente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGAV/UDESC)

Mediação: Dra. Consuelo Schlichta – UFPR
Docente do Curso de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Dia: 13/11/14, quinta
Horário: das 14h30 às 17h30
Local: UFPR, Deartes – Ateliê de Desenho I (Rua Coronel Dulcídio, 638, Batel, Curitiba)

ENTRADA FRANCA

O Observatório da Formação de Professores no Âmbito do Ensino de Arte: Estudos Comparados entre Brasil e Argentina, sob coordenação da professora Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silva, do PPGAV/UDESC, abriu algumas frentes de investigação sobre a formação de professores, com pesquisadores mestrandos, doutorandos, assim como interlocuções no âmbito de pós-doutorado. No caso desta mesa, a professora falará sobre suas pesquisas, em especial, os resultados já sistematizados pelo Observatório. Também abordará seus estudos sobre a formação docente em Santa Catarina, e um comparativo sobre como se apresenta o processo criativo na matriz curricular de três universidades da Região Sul, uma em Santa Catarina, outra no Paraná e uma última no Rio Grande do Sul.

A participação da professora Consuelo nesta mesa tem por objetivo chamar a atenção para um recorte de suas pesquisas de pós-doc, que assim se resume: há um histórico descompasso entre a constituição do perfil de docente nos cursos de licenciatura, a exemplo da UFPR, em uma área específica – Licenciatura em Artes Visuais – e a exigência de domínio das quatro linguagens. Na prática, de um lado, o que se observa é que um único professor continua trabalhando as quatro linguagens; de outro, no âmbito da universidade, o que se evidencia é uma formação do professor voltada ao domínio específico dos conteúdos da linguagem que irá lecionar ou, ao contrário, uma formação para atuar no processo ensino-aprendizagem da arte. É evidente, ainda hoje, o confronto entre estes dois modelos: os conteúdos de conhecimento e os procedimentos didático-pedagógicos.

Porém, como integrá-los? Estas reflexões são resultantes dos estudos de pós-doutorado da professora Consuelo Schlicta, em interlocução com a professora Maria Cristina. Ambas entendem que estas questões são urgentes e se propõem a pensar com os educadores em arte: como enfrentá-las?

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